Taaaania @ 15:39

Qui, 31/01/08

É a primeira vez que isto me acontece. Vou roubar DESCARADAMENTE um post a uma pessoa. É verdade. Vou roubar, porque não pedi autorização antes. Mas vou usar. Senão vejamos, o que fazer quando queremos escrever sobre um determinado assunto e outra pessoa se adiantou e disse exactamente aquilo que nós pretendíamos dizer? Por isso, VOU ROUBAR. E depois vou para o inferno porque hoje já infringi uns bons mandamentos sagrados da lei de Deus e outros tantos pecados mortais. Deus me ajude... (ups... lá está outro... voltei a invocar o santo nome de Deus em vão... Damn you, Tânia!!!)

 

 

"Um dos parâmetros que muita gente gosta de usar para "medir" o sucesso de um Blog é o número médio de comentários por post. Eu não uso esse parâmetro. Não é parametrizável o sucesso de um Blog. Para mim, os Blogs de sucesso, são os Blogs de que eu gosto e que leio.

Normalmente, quem faz a pergunta típica "quandos comentários por post?" não pesca nada de Blogs. Não só não tem Blog como não visita outros Blogs.

É nessa altura que lhes dou a conhecer a maioria silenciosa (na qual me incluo).

A maioria das pessoas que visita Blogs, não deixa comentários. Há até Blogs que não têm essa opção.

Porquê esta obsessão com os comentários? 99% dos blogs que visito não sabem quem eu sou, nem nunca lá deixei nenhum comentário.

Este Blog tem, imagine-se, uma catrefada de visitantes por dia. Mais do que eu alguma vez imaginei que teria. Calma, não estamos a falar de valores astronómicos, 300 pessoas, mais coisa menos coisa. Os comentários não reflectem isso. Quem deixa um comentário é uma minoria. Tão minoria que eu já os "conheço". Os outros, os que não comentam, não sei quem são, e desde que tirei dali o widget do MyBlogLog sei ainda menos e, neste caso, a ignorância é uma bênção.

E depois temos os trolls, as carraças da blogosfera. Felizmente não tenho muito disso, um surto aqui, uma espreitadela acolá, mas nada de mais. Mas há quem tenha problemas mais graves com trolls. Ora os trolls manifestam-se nos comentários. Será legítimo avaliar o sucesso de um Blog em função, muitas vezes, dos seus parasitas? Não me parece.

Por isso, para determinar se um Blog é de sucesso ou não, só há, de facto, uma forma. É subjectiva e única e cada cabeça sua sentença. Gosto de um Blog? Então ele tem sucesso. Não gosto de um Blog? Então ele não tem sucesso."
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Percebem porque roubei?! É apenas e só o que queria dizer. Para aqueles que já passam por aqui há mais tempo, lembram-se que fui destaque do sapo. E nessa altura, realmente, recebi imensas visitas e comentários. Não posso dizer que não fiquei feliz. Estaria a mentir se o fizesse. Mas o texto diz tudo. E a verdade é que também eu faço parte dessa maioria silenciosa. Visito muitos, muitos blogs que nunca comentei e onde não tenciono comentar. Vou lá porque gosto, não faço questão de o justificar. Comentar, comentar, só comento numa meia dúzia. Nesta mesma proporção, percebo quem cá vem e nunca comenta.
E já percebi há algum tempo que o maior gozo que posso ter é pessoal. Este é o meu mundo e o meu espaço. Aqui sou eu que reino, abro a boca para dizer as baboseiras que bem me interessam, para me lamentar e para ser lamechas na hora que bem me apetece, para espancar um miúdo que me deu cabo da cabeça ou para falar do meu FCP mesmo que o mundo tenha 20 milhões de benfiquistas. E essa é a maior riqueza do meu blog.
 
 
 
 
 
E é isso que faz dele um blog com um sucesso esplendoroso!!
 
 
 
 
 
 
 




Taaaania @ 14:20

Ter, 29/01/08

 

 

Eu sou uma seta. Porque magoo. E não penso no que digo. E sou veloz. Difícil de acompanhar. E apaixonei-me pelo vento. Que nunca se deixa apanhar. Que vive só. Que se apaixonou pela seta porque se queria fazer acompanhar pela coisa concreta. Porque queria fazer com ela a volta completa. Mas a seta estava farta de dispersão. E voou de novo. Deixou solidão. E o vento voou. Para alcançar a sua seta. E voltou a encontrá-la. E a seta deixou-se apanhar pelo vento. É assim que nascem os amores improváveis. E mesmo os impossíveis.

 

A seta sabe que o vento há-de sempre ter o seu encanto.

 

 




Taaaania @ 22:18

Dom, 27/01/08

E jogos assim...

E guarda-redes assim...

E arbitragens assim...

E injustiças assim...

 

 

 

 




Taaaania @ 12:10

Sab, 26/01/08

Vou voltar a falar do hi5, essa bela comunidade! Primeiramente, esta é a melhor das maneiras de trazer pessoas do google cá ao estaminé e enriquecer as minhas estatísticas, que se mantêm maravilhosas. Abrir aqui um parêntesis para explicar aos meus queridíssimos leitores que se mantêm buscas interessantérrimas aqui ao blog como a procura de letras da Ana Malhoa, de tamanhos e formas de pénis, vídeos secretos travestis ou blogs interessantes ou inteligentes! Ah pois é, o google mandou pessoas cá ter porque isto é um blog interessante e inteligente... Pronto, fechar parêntesis.

 

 

 

 

Ontem devo ter perdido uns bons vinte minutos no hi5. É mesmo verdade. Toda a gente sabe (?) que eu não tenho hi5 e que, se há coisa que ainda não me cativou nestas novas tecnologias é este recurso. Não sei muito bem explicar porquê, também isso não vos interessaria para nada. Mas pronto, não vejo nenhuma utilidade. Ou melhor, não via até ontem. Porque ontem a minha vida mudou desde que eu entrei no hi5. 

 

 

 

 

Estava no Msn a falar com uma muito querida amiga que, a dada altura, me manda um link. Era do hi5, e era para eu ver uma outra colega do secundário que já não via e de quem já não ouvia falar há mesmo muuuuuito tempo. Pois que essa amiga (isto está a ficar um bocado enrolado...) também já tinha andado comigo na escola até ao 9º ano, apesar de nunca na mesma turma. O que faz com que tivéssemos alguns amigos comuns. Então vá que eu decido explorar lá o hi5 da dita cuja. E começo realmente a ver muitos, mas muitos amigos de infância. 

 

 

 

 

E é aí que começa a minha depressão. Estão já todos casados. Com a felicidade estampada no rosto. Muitos já com filhos e com empregos bem porreirinhos. Pessoas que, ao contrário de moi-même, não decidiram prosseguir estudos e aproveitaram para entrar no mundo do trabalho naquele tempo em que ainda se conseguiam umas coisas mais ou menos lucrativas. 

 

 

 

 

Foi o suficiente para eu passar a minha vida toda em retrospectiva. E pensar nas decisões que fui tomando ao longo da vida. De muitas delas ainda não me arrependi, apesar de haver dias mais difíceis do que outros. Agora que penso, não é que me tenha arrependido. Mas é incontornável pensar em decisões tomadas em momentos fulcrais da nossa vida. O que teria acontecido se, no final do 12º ano, tivesse aceite o estágio na Câmara de Gaia? Será que agora poderia ser amante do Luís Filipe Menezes e conduzir um Mercedes topo de gama? 

 

 

 

Mas não... Era demasiado boa aluna. Queria percorrer caminho atrás de um sonho. Toca a ir para a faculdade. Onde às vezes penso se não terei desperdiçado cinco anos da minha vida. Não gosto de pensar nisso, não sou nenhuma frustada profissional. Gosto do que faço apesar das condições não serem as ideais. Gosto tanto que desde ontem que estou sem voz de tanto ter explicado aos putos o que são contrast clauses, o final do conto Abyssus Abyssum ou l'expression de la condition

 

 

 

 

Mas às vezes também dói a alma. É difícil tomar decisões definitivas, não é?

 

 

 

 

 




Taaaania @ 15:57

Qui, 24/01/08

Uma gaja acorda meio que apatetada. Deve ter sido algum sonho difícil. Pé depois de pé conduzem-me à casa de banho. Sento-me enquanto esfrego um olho. Volto ao quarto. Parece que me esqueci dos óculos e daqui a pouco começa o Shin Shan. Não gosto de ver TV sem óculos. Não quero perder detalhes. Aqueço o leite. Ligo a torradeira. Ponho manteiga na torrada. Engulo tudo à pressa. Desligo a TV. Volto ao quarto. Abro as duas portas centrais do guarda-fatos. Fico uns bons 2 minutos a olhar com ódio. Lá me decido pela camisola vermelha. Sempre tem a echarpe a condizer. Dois pares de meias. De novo para a casa de banho. Agora para lavar os dentes. E a cara. E para arranjar o cabelo com as mãos. Nunca penteio. Ficaria horrível penteado. Pegar na capa de mil e mais não sei quantas folhas e os quatro livros de que vou precisar para hoje. Descer as escadas até à garagem. Abrir os portões. Tirar o carro. Dirigir-me para fechar os portões. Reparar que a minha mãe está à janela. Aceno-lhe. Ela responde. Fecho o segundo portão. Observo de novo a janela. Esta abre-se. A mãe solta aquele sorriso. E pergunta: VAIS DE PANTUFAS?! Ia de pantufas... 

 

 

 


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Taaaania @ 22:07

Qua, 23/01/08

 

 




Taaaania @ 11:48

Ter, 22/01/08

Pois é, pessoal de bem!

 

Hoje trago uma daquelas novidades imperdíveis, a que alguns já devem ter tido acesso, ou por mail, ou na rádio. Mas não podia deixar passar a oportunidade de divulgar a grande revelação deste ano... E reparem que estou a arriscar, dizendo que é a revelação do ano, mesmo que o ano ainda agora esteja a começar!

 

Por isso, toca a pôr as colunas bem altas e a ouvir aqui... Convém dizer que eu estou contra este senhor. E espero que a situação se prolongue ad eternum... Por razões óbvias, claro...  

 

 

 

 

 

 




Taaaania @ 23:08

Seg, 21/01/08

Eu sou perita a fazer fitas... Se há coisa em que eu sou boa é a inventar. Eu 'tou a olhar para uma pessoa e sempre com a imaginação a 3000 à hora. Depois também sou boa noutras fitas. Gaja que se preze é mestre a fazer carinha de Bambi e a enternecer tudo à sua volta; faço de desgraçadinha, de vítima, de incompreendida ou de inocente e é assim que vou levando a minha vidinha avante...

 

 

 

 

Eu podia fazer um post inteirinho só com as  fitas que faço diariamente. Mas vai ficar para outro dia. Talvez amanhã. Ou depois. Hoje vamos mesmo às fitas cinematográficas, uma das minhas grandes paixões. E como ontem foi domingo, fui ao cinema. Porque o domingo costuma ser um dia chato, cheio de gente por todo o lado. E que bom escolher um filmezinho que ninguém vai ver e estar descansadinha com mais meia dúzia de pseudo-intelectuais (sim, porque eu também tenho a mania que sei e tal... mea culpa, mea culpa...) a engolir em seco e a pensar em quão pequeninos somos e quão mesquinha é a nossa vida!

 

 

Há já duas semanas que é esta a sensação que tenho. Primeiro, por causa deste:

 

 

 

 

 

Claro que é já um grande passo dizer que o filme é do senhor Brian de Palma, que ganhou o prémio em Cannes para melhor realizador. O filme é avassalador a todos os níveis. A primeira frase dita por um soldado americano no Iraque é apenas, "e no fim, apenas se saberá a verdade". E isso dói. Saber que é verdade. Que não passa de mera imaginação de um realizador louco! Saber que se matam pessoas por matar, que nada pesa na consciência de ninguém, que se viola, espanca e aterroriza apenas porque sim.

E depois é tudo muito bem contado. A mesma história. Várias visões e prismas. Desde um soldado americano, a uma jornalista de uma TV local ou de uma francesa aparentemente neutra. E nós sofremos muito. Às tantas estava com uma pipoca na mão que já não consegui meter à boca. Porque ia à espera de crueza mas nem tanto. E a imagem final continua bem forte no meu id profundo. Deve querer dizer alguma coisa.

Se aconselho? Sim. Mas apenas àqueles que estão dispostos a serem incomodados nas suas vidinhas simplificadamente complexas. Àqueles que não se importam de sair de quase duas horas a levar muitos murros no estômago e a lutar contra os seus próprios conflitos interiores.

 

 

Ontem, deu-me para este:

 

 

 

Logo o título é engraçado. Para quem tenciona ir ver o filme, talvez seja melhor não continuar a ler. Digo isto porque, como já tinha lido muito a respeito, já nada me surpreendeu. Ia à espera das coisas e confesso que já com ideias pré-concebidas. Mas não consigo evitar, que querem?

Então, o título refere-se ao período de vida de um feto, já com quase cinco meses, cuja mãe vai fazer um aborto com a ajuda de uma amiga na Roménia de 1987 onde tudo era proibido e a miséria imperava. O filme é maravilhoso. Todo ele. Pelos diálogos. Mas sobretudo pelos silêncios. Pelos olhares cúmplices, pelos aterrorizadores e pelos vazios. E a língua romena ajuda muito a dar ritmo e musicalidade a cada cena.

Se este filme tivesse surgido por alturas da discussão do referendo do aborto, tinha sido uma boa arma de arremesso para ambos os lados.

Os defensores dos direitos da mulher iriam esgrimir a favor da angústia, desespero e dor da jovem mãe. E os defensores da vida agarrar-se-iam à imagem do feto na toalha, já perfeitamente desenvolvido, imagem esta que está bem à vontade uns quinze segundos em cena. E depois o final. As duas vão ao restaurante, comer, horas depois do aborto, como se nada se passasse. A ver sem falta. Não tivesse sido o justíssimo vencedor do prémio de melhor filme no Festival de Cannes.

 

 

 




Taaaania @ 10:49

Dom, 20/01/08

Não me lembro assim de uma injustiça tão grande...

(passem isso tudo à frente e comecem a ver só a partir dos 6minutos e 30!)

 

 

 

 
 
 



Taaaania @ 17:30

Sab, 19/01/08

A pedido de muitas famílias (cof...cof...) e homens e mulheres desesperados por esse Portugal fora, está de volta a sensacional rubrica do Consultório sentimental.

O nosso primeiro caso de hoje é o seguinte:

 

 

 

 

    Minha querida G. P. de Leiria:

 

 Como eu percebo a sua situação... Quantas vezes já não me apeteceu pegar numas cobritas, umas lagartixas ou uns escorpiões para meter nos boxers de certas e determinadas pessoas que se cruzam na minha vida... 

 O problema é o seguinte: é totalmente verdade aquilo que a senhora pensa! Normalmente, essa estratégia costuma resultar. Mas então porque é que não resultou com o seu marido?! É que, tal como a senhora descreve com precisão, o problema do seu marido é o enferrujamento. E para o enferrujamento, a senhora tem de procurar um tipo de aranhas em específico, não pode ser qualquer coisa... Aconselho-a a procurar por aquelas pequeninas, brancas, que são (essas sim!) específicas para o problema concreto do seu marido. Boa sorte, amiga!! E depois escreva de novo a revelar a satisfação do seu marido... Ele deve andar radiante...

 

 

 

 Minha cara R.S.

 

Gostei das suas prioridades. Ele magoa-me. Quero que ele corte a pila. Pronto, e já agora, se não for pedir muito, será que vai doer? Não é que faça muita diferença mas pronto...

 

A cirurgia, como pode imaginar, faz-se em qualquer loja dos chineses. Eles têm lá cutelos especiais para namorados de senhoras sensíveis que não gostam do pénis grande do marido. Riscos não há! Excepto a possibilidade do seu namorado contrair uma infecção, que depois mais tarde se percebe que não tem antibiótico eficaz para a cura, e que acaba por cair por gangrena... Mas deixe lá, pelo menos nunca mais lhe vai doer!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Minha querida A. D.

 

 Este é um problema muito habitual. Nem imagina as cartas que eu recebo de todo o mundo de casais calorentos que em vez de aproveitarem o calor, decidem ir para uma banheira de água gelada. Não morna, não fria mas gelada. Agora realmente penso que pela primeira vez não a vou poder ajudar. E digo-lhe: pesquisei muito pra lhe responder. Mas realmente não consegui encontar resposta. Não percebo por que razão um homem cheio de calor, que aquece muito durante o acto sexual, não consegue depois ter uma erecção na água gelada. Se eu fosse a si, trocava era de namorado, que esse é um falhado!!!!

 

 

 

 

 

 

Obrigada a todos. Continuem a enviar as vossas dúvidas. (agora aqui que ninguém nos ouve, por que raio a porcaria da digitalização ficou a preto e branco?! Mau, mau...)

 

 

 

 

 




Taaaania @ 14:34

Qui, 17/01/08

Foi ao blog do Alvim que fui roubar a ideia. Que tal escolher as seis músicas da minha vida?! Ao tempo que ando a pensar nisto. E continuo com a sensação que, mesmo depois de publicar o post, me esqueci daquela, da tal, da única que nunca me poderia ter esquecido. Por isso, fica já a ressalva que estas são as seis músicas mais especiais da minha vida, neste momento. Aquelas que me lembrei agora, vá...

 

 

# Lover you should've come over, do senhor Jeff Buckley

É difícil explicar. Para um cantor que só editou em vida um álbum, de seu nome Grace, com a qualidade que se viu, é difícil de explicar. É difícil explicar porquê esta e não a Lilac Wine ou Last Goodbye ou outra qualquer. Foi daqueles amores à primeira vista, neste caso à primeira audição. Que não se explicam nem são para serem explicados. Apesar de tudo, acho que a minha resposta é simples: Jeff Buckley porque nunca antes nem depois ouvi cantar daquela maneira.

 

 

# Beautiful girl, INXS

Esta é fácil. Foi outra voz que encantou. Confesso que não me arrepiava como o Jeff mas surgiram coisas fantásticas, como esta. E porquê a escolha desta? Porque se algum dia alguém se atrever a pedir-me em casamento, tem de ser ao som deste prodígio. Fica comigo gaja gira e depois o anel de ouro branco no dedinho. Pronto, se for na torre Eiffel, é felicidade completa...

 

 

# You oughta know, Alanis Morissette

Porque é um grito de libertação das mulheres.

 

 

# No surprises, Radiohead

Já aqui há uns tempinhos publiquei um post sobre isto. Foi uma banda e uma música da juventude. Um dos melhores álbuns de todos os tempos (ainda que atrás do Grace :)), onde todas as músicas poderiam estar aqui escolhidas. Esta bate mais fundo. Literalmente...

 

 

# About a girl, Nirvana

Impossível passar ao lado. Quando ouço os primeiros acordes, a minha cabeça começa logo num ritmo imparável. Não é das mais óbvias. Ainda estive aqui uns tempos a remexer na biblioteca para escolher. Mas esta foi a primeira que apareceu. E eu pensei, porque não? No entanto, fica lado a lado com a Sliver que, quanto a mim, melhor demonstra o potencial da voz de Kurt e da guitarra de Dave Grohl. Para além disso, é uma música surpreendente à medida que os segundos avançam. Irresistível.

 

 

# Ne me quittes pas, Jacques Brel

Porque é simplesmente a mais bela melodia de amor de todos os tempos.

 

 

 

 

E pronto. Já está. Não doeu mas quase. Fica o desafio a todos que me visitam, mesmo aos taradões, para deixarem nos comentários as vossas escolhas. Ou então para fazerem um post assim para o bonito nos vossos belogues...

 

 




Taaaania @ 15:00

Ter, 15/01/08

Pronto. Aderi a essa maravilha que são as estatísticas acerca do meu mundinho secreto. Agora sei pormenores escabrosos e recônditos acerca deste mundo perverso que me rodeia, sei onde vocês vivem, com quem dormem e a primeira coisa que fazem quando se levantam... (esta última parte talvez seja exagero, mas imagino seus... seus... ) :)

 

Então meus fofos, aqui ficam devidamente agrupados por secções que eu própria criei com esta imaginação efervescente que Deus me deu, os grandes tolos que cá vêm parar através das pesquisas no google (a categoria fui eu que inventei mas os dados da pesquisa são mesmo reais, juro, juro!!) :

 

 

 

 

* Tarados sexuais, mas tarados sexuais daqueles que metem medo, procuravam:

- sexo escaldante;

- fotos de tipos de pénis;

- tipos de pénis;

- seios de mulheres;

- gajas altas;

- gajas pretas;

- mulheres fáceis;

- homens nus;

- podre de boa.

 

 

 

 

A primeira dúvida existencial quando os meus olhos se reviraram perante esta descoberta foi: "mas-rais-me-parta-se-sei-como-é-que-o-google-mandou-este-povinho-para-o-meu-blog-que-é-tão-inocente...?"

A segunda dúvida existencial é perceber se estas pessoas têm consciência do potencial da Internet... É que há muitas coisas maravilhosas para se fazerem por cá, fofos...

A terceira dúvida existencial é perceber finalmente porque raio as pessoas comentam pouco o meu blog. É que realmente os números do contador de visitas são verdadeiros. Mas correspondem a pessoas frustadas, que vinham à espera de encontrar o el dorado e que acabam por vir cair a esta tristeza de monotonia... Amigos, estais perdoados!!!!!!

 

 

 

 

 

 

* Pessoal que não bate bem da tola e que ainda por cima tem demasiado tempo livre, podiam ao menos ir limpar as bermas da estrada (sem ofender, nunca é essa a minha intenção, meus doces!):

- nuvem;

- celulite;

- pensamentos estúpidos;

- as mulheres mais inteligentes;

- cor de portas; (cor de portas?! pleeeeeeeeeeeeaaaaaaaaaaaaaaase...)

- telefone do lidl (eu sei, riam-se lá... ainda há-de ser o meu futuro, ir trabalhar para o lidl...)

- cinema oitava maravilha;

- problemas oculares (e ir ao médico, não era giro?!)

- ola 5 / coisas para enfeitar o hi5 (vieram ao sítio certo, logo eu que não tenho hi5 e que disse tão mal disso aqui há uns meses atrás...)

- pearl s. buck, há sempre um amanhã (acho porreiro, demonstra cultura aqui no estaminé, ou então não...)

- saldos mango (eu sabia que ter feito aquele post ainda ia servir para alguma coisa...)

- frases giras para sms (é aos montes, por aqui...)

 

 

 

 

 

Pronto, depois há o grupo dos normais, à procura de letras de músicas, ou de bandas, ou de filmes, mas esses não merecem enxovalhamento público. Para a próxima esforcem-se mais, mas é!!!!

 

 

Obrigada especial ainda ao Nuno, ao Caldas, ao Ângelo, à Crisálida e ao Mar e Areia porque, através dos seus links, também me mandaram clientes cá para o sítio. Desculpem não pôr os vossos links agora mas tou preguiçosa. Mas vocês sabem quem são...

 

 




Taaaania @ 22:29

Seg, 14/01/08

Não defendo que o FCP já é campeão. Seria atirar a chama demasiado longe. Mas depois de um jogo como o de sábado não podia ficar indiferente. Durante toda a semana, passar o tempo todo a ouvir nas rádios e televisões "Ah e tal, o Porto é quem tem o jogo mais difícil..."; "Ah e tal, o Braga não perde desde que o M&M assumiu o comando da equipa"; "Ah e tal, vai ser esta jornada que o SLB vai finalmente aproximar-se, tem uma oportunidade clamorosa..."

Ó pá, uma gaja também tem sangue que fervilha...

 

Pronto, foi um desfecho porreirinho...

 

 

Tendo em conta que o SLB tem seis milhões de adeptos só em Portugal, mais três ou quatro milhões espalhados pelo resto do mundo e que o Sporting tem três milhões e meio de adeptos... Mais 200 000 adeptos dos clubes ditos pequenos, sobram 300 000 portistas. Por isso, já devo ter perdido os milhares de adeptos de outros clubes que cá vêm e que não sabem desta minha tendência de só gostar do mai lindo clube do mundo... Mas mulher do Norte é assim, meus amores!

 

 

Ontem finalmente percebi que sou viciada em futebol quando, num jantar, perguntei pelo menos vinte vezes: então e a bolinha?! Não se vê por estas bandas a depressão sportinguista?! Não achei bem, ninguém se interessou! Ó pá, dêem luta...

 

 

 




Taaaania @ 19:40

Sex, 11/01/08

Já sei o que vocês vão dizer: ah, porque é invejosa, ah porque também queria, ah, porque as mulheres são todas iguais...

Pronto, nós somos invejosas e até a Eva que parece que era bem perfeitinha merecia, na sociedade actual, umas boas cuspidelas vindas da língua viperina das mulheres. É verdade e ponto assente.

 

Mas eu continuo na minha saga de querer fazer o Bem. Por isso, homens queridos que me visitam, abram os olhinhos para esta senhora:

 

 

 

 

 

 

Vocês não vêem defeitos porque gostam de acreditar naquilo que pensam que os vossos olhinhos vêem. Mas eu, como sou mulher, consigo ver mais longe. É que esta desgraçada é tão somente esta:

 

 

 

 

 

 

 

(e oferecerem-me um photoshop para eu me arranjar de manhã, hein?)

 

 




Taaaania @ 19:15

Qui, 10/01/08

Há corações duros. Daqueles que não podemos penetrar nem com uma picareta. Daqueles que nunca conseguimos ver por dentro. Daqueles que nunca largam um estímulo positivo. Daqueles que batem sempre da mesma forma, que nunca correm mais acelerados, e que também nunca abrandam o seu ritmo monocórdico. Depois há os corações moles. Daqueles que se derretem facilmente, que podem ser facilmente pisados por outros corações, talvez duros. Corações moles de quem toda a gente gosta, mesmo que nem sempre se saiba porquê. Depois há os corações generosos. Aqueles que não se importam de bombardear o seu sangue para os restantes órgãos. Daqueles para quem partilhar é a sua mais importante função. Daqueles que respeitam o outro e percebem que só têm um papel central na Vida porque entendem a necessidade de respeitar o Outro. Depois há os corações egoístas. Que admiram a sua cor vermelha e que não conhecem o verde do fígado ou o cor-de-rosa das amígdalas. Que não conhecem o arco-íris e que vivem afundados na sua própria textura, sem conhecer tudo o que, à volta dele, dá cor ao corpo. Depois há os soridentes, os emotivos e os apaixonados. Os tristonhos, os indiferentes, os orgulhosos e os tímidos. Há os simples, os complicados e os indecisos. Os decididos, os honestos e os mentirosos. Os fáceis, os complexos e os belos. Os inteligentes e os estúpidos. E depois vem AQUELE. Por quem o nosso bate.

 

Texto rudimentar, sem parágrafos e todo de enfiada. Porque, na vida, há apenas corações.

 

 



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